Raphaela e Feliciano vivem emoção histórica na defesa do pavilhão centenário
O Carnaval de 2027 chega carregado de significado especial para Raphaela e Feliciano, mestre-sala e porta-bandeira da Estácio de Sá. A escola respira pesado com o peso de sua história ao se aproximar de um século de existência, e o casal vive de corpo inteiro a responsabilidade de levantar o pavilhão nesse momento único. Para Raphaela, a dimensão dessa tarefa ganha cores mais intensas justamente porque a Estácio é berço de grandes nomes do carnaval, uma instituição que transcende gerações. Com 25 desfiles nas costas, ela reconhece que cada apresentação carrega seu próprio brilho, mas o centenário provoca algo diferente, uma emoção que já a arrepia só de pensar no que está por vir.
Feliciano carrega consigo uma história que começou na infância, quando conheceu o carnaval através da Estácio. Estar agora como mestre-sala no centenário é muito mais que um desfile: é a realização de uma trajetória que o conecta à escola desde menino. A dedicação do casal à preparação é reflexo dessa conexão profunda com o pavilhão. A parceria entre eles transborda criatividade e busca pela inovação, sempre com o objetivo claro de honrar o símbolo que defendem. Raphaela exalta a determinação de Feliciano e a criatividade que fervilha em sua mente, enquanto ele ressalta a força e a essência que sua parceira traz ao papel de porta-bandeira. Tudo converge para um momento que promete ser surreal, uma celebração viva do passado glorioso da escola e da entrega daqueles que a representam na avenida.

