Vitória construída no detalhe: o casal da Imperatriz e o peso das notas máximas
O reconhecimento veio na forma mais clara possível: notas máximas e respeito absoluto ao trabalho apresentado. O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz Leopoldinense encerra o ciclo com a sensação de missão cumprida, fruto de uma atuação marcada pela coerência entre técnica, emoção e postura cênica. Nada esteve fora do lugar — da condução do pavilhão ao diálogo silencioso entre os dois em cada movimento.
A trajetória ao longo da temporada revelou maturidade e segurança, qualidades essenciais para sustentar um quesito que exige precisão milimétrica e entrega simbólica. O balanço é vitorioso não apenas pelo resultado, mas pela confirmação de que a Imperatriz segue defendida por um casal que compreende o peso da história que carrega e a responsabilidade de mantê-la viva na avenida.

